As autoridades de segurança pública iniciaram na manhã de terça-feira, 29 de setembro de 2026, uma operação de busca por uma adolescente de 16 anos que está desaparecida há aproximadamente dois meses em Dourados.

O caso mobiliza equipes do Setor de Investigações Gerais de Dourados e do Corpo de Bombeiros, que contam com o apoio de uma equipe especializada deslocada de Campo Grande.

A medição política traz novas diretrizes para o acompanhamento de ocorrências de grande repercussão no estado, enquanto o governo estadual monitora a integração entre as forças de segurança.

A investigação foi intensificada após o registro formal do desaparecimento feito por familiares da jovem Maria Eduarda, que também utilizaram as redes sociais para divulgar fotografias e informações na tentativa de obter pistas sobre seu paradeiro.

A varredura na região de mata

Os trabalhos concentram-se em uma área de vegetação densa situada entre os bairros Parque das Nações I e João Paulo II. A definição dessa região como ponto prioritário de buscas ocorreu após o depoimento de moradores locais e pessoas do convívio da adolescente.

Agentes estatais e socorristas utilizam um cão farejador para vasculhar trechos localizados às margens de um córrego e pontos de mata fechada. As equipes priorizam o rastreamento minucioso do terreno em busca de vestígios que possam esclarecer as circunstâncias do sumidouro da jovem.

Investigação em andamento

Até o momento, o governo municipal e os órgãos de segurança não divulgaram informações oficiais sobre o que pode ter motivado o desaparecimento da adolescente. A lei garante o sigilo em procedimentos investigativos envolvendo menores de idade para preservar o andamento das diligências.

As autoridades policiais informam que novas oitivas e análises de dados coletados ao longo do processo continuam sendo realizadas paralelamente às operações de campo. A Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública acompanha o desdobramento das buscas na região sul do estado.

As equipes de resgate permanecem mobilizadas na área de mata durante todo o dia para esgotar as possibilidades de localização na zona delimitada pelas autoridades policiais. Os próximos passos da investigação dependem dos resultados obtidos pela equipe especializada com cães farejadores e da análise de eventuais novos depoimentos colhidos pelo setor de investigações.

Por Luciana Freitas, direto da redação