De acordo com o delegado responsável pela investigação, os dois homens deixaram o bar e caminharam juntos até uma esquina próxima. No local, por motivos ainda apurados pelas autoridades, iniciou-se um atrito verbal entre a dupla. O suspeito, cuja identidade ainda não foi divulgada oficialmente, sacou uma faca e desferiu os golpes fatais contra Alexsandro antes de fugir a pé.
Ações policiais e segurança pública
Equipes da Polícia Civil, da Perícia Criminal e da Guarda Civil Metropolitana foram acionadas e mobilizaram viaturas para o atendimento da ocorrência. Os agentes realizaram buscas e diligências nas imediações do bairro Guanandi II com o objetivo de localizar e prender o autor do esfaqueamento em flagrante.
O corpo da vítima foi periciado no local e posteriormente encaminhado para o Instituto de Medicina Legal.
Registros policiais consultados durante a investigação apontam que Alexsandro Costa Campos possuía passagens anteriores pela polícia por crimes de menor potencial ofensivo, especificamente vias de fato e receptação. Os investigadores analisam se o histórico pessoal da vítima tem relação com a motivação do crime ou se o homicídio decorreu exclusivamente de um desentendimento momentâneo durante o consumo de álcool.
Contexto de violência urbana
Casos de homicídios decorrentes de conflitos interpessoais durante consumo de bebidas em estabelecimentos comerciais têm exigido atenção redobrada dos órgãos de segurança pública em Mato Grosso do Sul. Registros recentes em diferentes municípios do estado demonstram a incidência de ocorrências violentas motivadas por desavenças súbitas.
A dinâmica desses episódios frequentemente envolve o uso de armas brancas e a rápida fuga dos suspeitos logo após a agressão física.
A autoridade policial reforça que diligências continuam em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do assassinato no Guanandi II. Imagens de câmeras de segurança de comércios vizinhos e depoimentos de testemunhas que estavam no bar são analisados para traçar a rota de fuga do suspeito. O inquérito policial segue aberto para apurar formalmente a autoria e a motivação do crime.
Por Rafael Dumas, direto da redação



