De acordo com o relato prestado aos policiais, a mulher vinha sendo submetida a agressões físicas constantes e ameaças frequentes. Além da violência física e psicológica, a vítima informou que o companheiro a obrigava a realizar diversas atividades contra a sua vontade, configurando um cenário de controle e coação.

Durante o atendimento da ocorrência, a mulher acrescentou que havia armas de fogo guardadas no interior do imóvel. A equipe policial realizou buscas e diligências na residência apontada, onde localizou uma espingarda artesanal modificada para o calibre .22, além de 20 munições compatíveis com o armamento apreendido.

O suspeito deixou o local antes da chegada das viaturas policiais. As equipes realizaram diligências na região com o objetivo de localizá-lo, mas o homem não foi encontrado até o momento da confecção do registro policial.

A vítima, juntamente com a arma e as munições apreendidas na residência, foi encaminhada para a Delegacia de Polícia Civil de Maracaju, onde o caso foi formalmente registrado para continuidade das investigações e adoção das medidas legais cabíveis.

Em ocorrências recentes de violência doméstica em outras localidades do estado, as forças de segurança também registraram prisões em flagrante e ações de captura de foragidos.

Em Costa Rica, um homem de 28 anos foi detido pela Polícia Militar após uma discussão na madrugada, acusado de arrastar a companheira pelos cabelos durante uma agressão que deixou a vítima com lesões pelo corpo.

Já em Dourados, um foragido da justiça de 32 anos foi preso durante uma abordagem policial no Jardim Guanabara após tentar despistar os agentes fornecendo nomes falsos.

Em Corumbá, outro caso de repercussão policial envolveu a prisão em flagrante de um suspeito de tentativa de estupro contra um menino de 11 anos, após a vítima conseguir escapar em uma praça pública e contar com o auxílio de moradores que contiveram o homem até a chegada da polícia.

As investigações sobre o paradeiro do suspeito em Maracaju prosseguem na delegacia municipal, enquanto a vítima recebe o suporte previsto para casos de violência doméstica e familiar.

Da Redação