Em destaque hoje, uma mulher de 60 anos morreu na manhã de sexta-feira, dia 2, após passar três dias internada na Santa Casa de Campo Grande. A vítima havia sofrido um mal súbito enquanto conduzia seu veículo na tarde da última terça-feira, dia 30, na região da Vila Nasser.
De acordo com as informações registradas em boletim de ocorrência, a motorista conduzia um automóvel Chevrolet Onix pela Rua Tenente Lira quando perdeu o controle da direção. O veículo parou próximo ao muro de uma residência, sem chegar a colidir com a estrutura física do imóvel.
Moradores da imediação perceberam a situação e acionaram imediatamente o Corpo de Bombeiros. Os populares encontraram a condutora desfalecida no interior do automóvel e iniciaram os primeiros procedimentos de reanimação antes da chegada do socorro profissional.
A equipe de resgate assumiu o atendimento no local e constatou o retorno dos sinais vitais da vítima. Durante o trajeto para a unidade hospitalar na viatura de resgate, contudo, a mulher sofreu uma nova parada cardiorrespiratória, exigindo manobras intensas de suporte avançado.
Entendimento médico e histórico de saúde
Dada a gravidade do quadro clínico apresentado durante o transporte, a paciente foi encaminhada diretamente para a Santa Casa. Ela permaneceu sob cuidados intensivos na instituição de saúde até as 10 horas de sexta-feira, momento em que o óbito foi confirmado após a constatação de morte encefálica.
Familiares prestaram esclarecimentos às autoridades policiais sobre o histórico de saúde da vítima. A filha relatou que a mãe convivia com hipertensão arterial sistêmica e fazia uso contínuo de medicamentos controlados para o controle da pressão arterial.
A familiar também mencionou que a condutora enfrentava um período de forte abalo emocional nas últimas semanas. A mulher lidava com o luto decorrente do falecimento de um dos filhos, ocorrido no início do mês de setembro.
Registro policial e procedimentos
O caso foi formalmente registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Centro Especializado de Polícia Civil. A ocorrência foi classificada inicialmente nos registros policiais como morte decorrente de fato atípico, seguindo os trâmites legais para situações dessa natureza.
As autoridades policiais concluíram a fase inicial de coleta de informações com base nos relatos de testemunhas e nos documentos médicos fornecidos pelo hospital. O corpo passou pelos exames periciais obrigatórios antes de ser liberado para os ritos funerários conduzidos pela família.
Da Redação



