Segundo informações apuradas pelo Portal de Notícias Dourados News, a vítima ainda não teve a identidade confirmada pelas autoridades policiais. O homem estava sem camiseta e vestia apenas uma bermuda jeans no momento da localização. Moradores da vizinhança acionaram as forças de segurança por volta das 11h da manhã após sentirem um odor forte vindo do imóvel.
Uma vizinha do terreno percebeu a situação ao ir verificar a origem do forte cheiro que tomava conta da rua. Olhando pelo portão, ela avistou a vítima caída no espaço entre o portão e o muro do terreno baldio. A testemunha comunicou imediatamente a Polícia Militar sobre o corpo.
Perícia e vestígios no local
Equipes policiais se deslocaram para o endereço para isolar a área e iniciar os levantamentos periciais necessários. Próximo ao corpo, os policiais encontraram um aparelho celular que passará por perícia técnica. Na calçada situada em frente ao terreno, havia também uma mancha de sangue, conforme registrou o veículo Campo Grande News.
A avaliação preliminar das autoridades aponta que o óbito pode ter ocorrido há pelo menos cinco dias, considerando o estado de decomposição em que o corpo foi encontrado.
O jornal A Crítica de Campo Grande também confirmou que a vítima permanece sem identificação oficial e que a principal linha de investigação policial trabalha com o prazo de cinco dias para a morte.
O homem não portava nenhum documento de identificação pessoal junto aos vestuário. A ausência de papéis oficiais dificulta o reconhecimento imediato por parte das equipes de investigação da Polícia Civil.
Desdobramentos da investigação
O caso foi oficialmente registrado na 6ª Delegacia de Polícia Civil de Campo Grande, unidade responsável pelo atendimento na região do Jardim Tijuca. Os investigadores agora aguardam os laudos necroscópicos do Instituto de Medicina e Odontologia Legal para determinar a causa exata da morte.
O exame pericial também deverá buscar indícios sobre eventuais perfurações ou sinais de violência no corpo, cruzando dados com registros de pessoas desaparecidas na capital.
Por Bia Fernandes, direto da redação


