Em destaque hoje, um morador de 73 anos morreu na manhã desta sexta-feira (23) no bairro Vila Nova Campo Grande, na Capital. Antônio Silveira Marques caiu de uma escada enquanto tentava podar uma árvore localizada na calçada em frente à sua residência, situada na Rua 54.
Antes do início da atividade, a esposa da vítima havia pedido explicitamente para que ele não executasse o serviço por conta própria. Ela sugeriu a contratação de um profissional especializado para realizar o corte dos galhos de forma segura.
Apesar do alerta da companheira, o idoso utilizou uma escada e um facão para tentar fazer o serviço sozinho. Familiares relataram que Antônio era considerado uma pessoa bastante ativa no dia a dia.
Ele trabalhou durante toda a sua vida profissional como pedreiro e já estava aposentado. No entanto, os parentes destacam que, se dependesse exclusivamente da vontade dele, o idoso continuaria exercendo funções ativas.
Antônio mantinha o hábito constante de realizar pequenos reparos e serviços de manutenção por conta própria nas dependências de sua casa. Foi com essa mesma rotina de independência que ele decidiu subir na estrutura para cortar a árvore.
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado logo após a queda para prestar socorro. As equipes médicas chegaram ao local e encontraram o idoso caído diretamente sobre o passeio público.
Apesar dos esforços iniciais das equipes de resgate, o óbito foi constatado ainda na calçada. A gravidade das lesões decorrentes do impacto da queda impediu qualquer tentativa de reversão do quadro clínico.
A Polícia Militar também compareceu à ocorrência por meio da 5ª Companhia Independente de Polícia Militar. Os policiais isolaram a área para garantir a preservação do local até a chegada das autoridades competentes.
Diante da confirmação do falecimento, a Polícia Civil foi acionada para iniciar os procedimentos legais de praxe. Um delegado plantonista e equipes de peritos estiveram no endereço para realizar os levantamentos técnicos necessários.
O trabalho da perícia criminal tem como objetivo esclarecer oficialmente a dinâmica da morte acidental. O corpo foi posteriormente encaminhado para os exames necroscópicos exigidos nesses casos antes de ser liberado para os ritos fúnebres da família.
Da Redação



