O ciclo agrícola traz sinais de crescimento e novas demandas de mobilidade urbana na capital sul-matogrossense. A Prefeitura de Campo Grande formalizou, na manhã desta segunda-feira (21), novos normativos para o serviço de transporte individual de passageiros. A assinatura dos decretos ocorreu no teatro Octávio Guizzo, situado no Paço Municipal, conforme dados divulgados pelo portal Correio do Estado.
O pacote de mudanças foi estruturado pela Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran). Entre as alterações de maior impacto está a autorização para que caminhonetes passem a integrar a frota de táxis da cidade. A medida atende a parâmetros específicos definidos pela autarquia municipal, segundo o portal A Crítica de Campo Grande.
O diretor-presidente da Agetran, Ciro Ferreira, afirmou que as diretrizes trazem evolução profissional para a categoria e elevam a qualidade do atendimento prestado ao público local. Os critérios técnicos para a homologação desses veículos utilitários serão detalhados em portarias complementares da administração municipal.
Nova modalidade executiva
Outra novidade anunciada pelo Executivo municipal é a regulamentação do serviço executivo, batizado de Táxi Black. Essa categoria exigirá veículos de padrão superior para oferecer maior conforto e personalização aos passageiros, conforme detalhado pelo portal RCN67.
A prefeita Adriane Lopes destacou durante o evento que o município sai na frente ao atualizar legislações defasadas. Segundo a chefe do Executivo municipal, os estudos técnicos duraram meses e acompanham alterações em âmbito nacional para dar competitividade ao setor.
Tráfego liberado
Os taxistas também ganharam o direito de trafegar pelas faixas exclusivas destinadas ao transporte coletivo na capital. A circulação nos corredores de ônibus deixa de ser considerada infração de trânsito, corrigindo um impasse que gerava autuações frequentes aos motoristas, de acordo com o portal Correio do Estado.
As regras ainda estipulam permissões para que permissionários atuem como auxiliares na prestação do serviço. Além disso, o cronograma municipal concedeu uma prorrogação de seis meses no prazo para a substituição de veículos que atingiriam a idade máxima permitida em 2026.
As normativas entram em vigor de forma gradual com a publicação das portarias complementares da Agetran. O mercado local aguarda a adaptação da frota para mensurar o impacto econômico das novas categorias no transporte urbano.
Por Bia Fernandes, direto da redação



